quarta-feira, 1 de setembro de 2010

A SOLIDÃO E O ETERNO DESENCANTO DO HOMEM


A SOLIDÃO E O ETERNO DESENCANTO DO HOMEM



Solidão,
Aqui estão as minhas credenciais,
À tua porta, venho batendo
Já faz algum tempo
Acho que passaremos juntos por temporais,
 acho bom que tu e eu nos vamos conhecendo.


Cá estou
O que tenho são as minhas cicatrizes
Palavras sobre papel pautado
Faz ouvidos moucos ao que dizem
Tu me acharás
Em tudo o que eu não digo.


Já passou
Já deixei para trás o que denigra
A ilusão de que viver é (in) dolor
Que estranho que sejas tu
Quem me acompanhe, solidão
a mim, que nunca me soube bem
estar sozinho.


***



Espera-me!!! 
ouve ele ao longe...




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Trad. adap. e intervenção da Renata Cordeiro.

O vídeo é outra história, recebi hoje, quer dizer, ontem.



Um comentário:

Fernando Santos (Chana) disse...

Olá Renata, muito bom...Espectacular....
Cumprimentos